Ácidos graxos encontrados em sua semente equilibram os hormônios femininos.

É infalível: chega uma determinada semana do mês em que começam as dores de cabeça, náuseas e um inchaço no abdomem, pernas e seios. Além disso, o humor altera-se de uma hora para outra, acontecem ataques de ansiedade e choros repentinos. Sim, estamos falando dos sintomas da Tensão Pré-Menstrual (TPM).

Esse distúrbio, que afeta milhões de mulheres no mundo todo, já deixou de ser visto como “frescura” feminina e, hoje, laboratórios procuram combater suas raízes fisiológicas. E, por incrível que pareça, é uma flor que está ganhando a disputa.

O óleo das sementes da prímula possuem ácidos graxos que não são produzidos naturalmente pelo organismo humano e contribuem para o equilíbrio dos hormônios femininos, reduzindo assim os efeitos da TPM.

Resultados obtidos pelo Centro de Medicina Integrada Cedars-Sinai (Estados Unidos) mostraram que, das mulheres que adotaram o fitoterápico, 61% não sofreu mais o distúrbio, enquanto 23% tiveram os sintomas reduzidos e apenas em 16% não sentiram o efeito do tratamento.

Esses ácidos graxos também podem ser encontrados em óleos de soja e de girassol, e em peixes como o salmão e a sardinha. Também é possível encontrar o óleo de prímula em cápsulas.

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